borges
Último outono.Não muito alegre, mas nem tão triste, apenas um outono diferente.
Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Tv Diário, volta!!!!!!!!!!!!!!

Dep. Ely Aguiar (PSDC)
20.05.2009
Ely anuncia volta das transmissões da TV diário para todo Brasil
O deputado Ely Aguiar (PSDC) informou na sessão plenária desta quarta-feira (20/05), que a TV Diário deverá voltar a ser transmitida para todo o Brasil, a partir de setembro deste ano. Segundo ele, o motivo da retirada da transmissão nas parabólicas de todo o Brasil do sinal da TV, desde o dia 25 de fevereiro de 2009, foi devido a “pressões da Rede Globo de Televisão que não admitia o crescimento notório da audiência da emissora cearense”, frisou.
O parlamentar destacou a relevância da imprensa para o desenvolvimento de uma cidade, lembrando que “a imprensa tem um papel importante de informar a sociedade acerca do que acontece”. Ely disse que a TV está preparando a sua volta, e que a organização da emissora já está instalando sucursais em vários municípios do Ceará, com o objetivo de “levar cada vez mais informações sobre o dia-a-dia do Estado aos cearenses que vivem fora daqui”, comemorou, pontuando que uma grande preocupação do Grupo Verdes Mares, responsável pela TV, é a de levar o sinal para todas as cidades do Interior.
O deputado Moésio Loiola (PSDB) salientou que a TV Diário conseguiu levar não só à população cearense, mas também aos cearenses que vivem no Sul e Sudeste do País, informações sobre o que ocorre no Estado. Moésio parabenizou o retorno da emissora. O deputado Neto Nunes (PMDB) disse que nas suas idas ao Interior recebeu várias reclamações a respeito do cancelamento da transmissão da TV Diário.
Já o deputado Vasques Landim (PSDB) também parabenizou a volta das transmissões da TV, ressaltando que muitos romeiros assistiam pela TV Diário a missa celebrada todo dia 20, em homenagem ao Padre Cícero, em Juazeiro do Norte.
LF/CG
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social
comunicacao@al.ce.gov.br
Condensado de :::: www.al.ce.gov.br/noticias/noticia_completa.php?codigo=10193
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Blog da Neide
Há tempos venho pensando em
criar um blog com esse nome.
Acredito no poder de comunica
ção da internet. Embora tenha
consciência, de que o jornal escrito não deixará de existir nunca. Isso porque o País não oferece condições para que todos brasileiros tenham acesso à informática.
Da mesma maneira que reconheço a dificuldade das pessoas de mais idade em acessar e manipular um computador. Mas a internet é uma tentação na medida em que posso dar vida e luz para aquilo que escrevo.
Contudo, há uma justificativa para a criação desse blog, embora eu não deixe de escrever para os jornais, porque essa é a minha coqueluche, a minha paixão. Todas as pessoas gostam de fazer alguma coisa. A minha vida eu passei lendo e escrevendo por um prazer imenso. Meu cérebro inquieto busca constantemente alguma coisa para estar criando. São mais de mil crônicas e quase duas centenas de poemas que pululavam e pululam em busca de rimas, emoções sentidas ou fantasiosas que fervilhavam a minha mente, tomando corpo e exigindo alma. Esse fenômeno de poemas exigirem alma, todas as pessoas que escrevem sabem disso.
Digamos que isso também possa ser considerada uma doença hoje comum conhecida por TOC, que significa - Transtorno Obsessivo Compulsivo. Claro que esse transtorno está relacionado a atitudes comportamentais que levam às pessoas a agirem diferente das demais. Pessoas que são viciadas em comprar sapatos possivelmente sofrem desse transtorno.
Dia desses, visitei uma senhora que tem mil e duzentos pares de sapato. Sinceramente espantei-me com o relato de que ela não pode passar frente a lojas de sapato sem comprar um ou dois pares. E ela acha isso normal para a vida que leva. É cantora. O que impressiona é a compulsão, a sensação inclusive de sentir um suor frio que ela sente ao adquirir aquele sapato, mesmo que depois ela não o use. Assim como existem pessoas que se sentem sujas e só querem ficar horas tomando banho.
O grande cantor Roberto Carlos há pouco tempo assumiu que sofre essa doença porque não suporta cores escuras e só se veste de azul ou branco. Por isso eu me considero portadora dessa síndrome. Sou leitora compulsiva e escrevo compulsivamente. Não sinto o passar das horas. Não tenho horário para comer, ou dormir. O meu almoço ou jantar é na hora que o estômago grita de fome.
E na maioria das vezes, durmo com o Notebook ligado. Acordo às 4h ou 5h, escrevo crônicas, artigos para revistas, contos, poemas e nunca sei a que horas eu apaguei. Também não me incomodo com barulho, música, ou latido de cachorro. Mas amo o silêncio da madrugada. Só uma coisa me faz parar de escrever, quando ouço o cantar dos passarinhos. Sinto uma atração irresistível pelo canto mavioso dos pássaros. Os reis da madrugada cantam e minhas mãos se cruzam, fecho os olhos e faço excelente higiene mental, sugando a energia fantástica que eles emitem na natureza.
Não tenho nada de maluca, mas reconheço que dentro de mim, tenho diversos EUS. Um diferente do outro. E percebo claramente quando a mudança se dá. Tenho diversos apelidos e cognomes. E cada um desses EUS escreve de maneira diferente. Vejamos quantos eus e quantos apelidos existem na mesma pessoa. A Cigana adora correr mundo deitar Tarot, Oráculos, Runas e Cartas. A aventureira já correu o Brasil de ponta a ponta. A mulher Fulô é terrivelmente romântica e se apaixona pelas pessoas que respeita e acima de tudo admira. Se não admirar não ama, mas exigente demais, escolhe a dedo, com quem se relaciona. Escolhe os amigos, pela inteligência, pelo carisma e pela personalidade. Não se desgasta e nem se deteriora. Acabou o amor, sai fora depressa, mas de mansinho. A Flor é mais social, festeira, jantares, danças, roda de amigos, curtição de amizade real e verdadeira. For de Luxemburg, cognome usado na ditadura, mulher corajosa e guerreira, abrindo caminho a ferro e fogo, em busca da liberdade perdida única coisa pela qual se justifica morrer. Donaflor, a mãe boba e apaixonada pelos filhos e minha família, aqueles que são carne da minha carne e sangue do meu sangue e por eles eu viro bicho.
A mulher livre, autêntica, sincera e que é o somatório de todas as outras, porque em cada uma dessas mulheres estou eu fragmentada, mas por inteiro. O blog vai mostrar corpo, alma, coração, pensamento, palavras e obras de Neide de Azevedo Lima.
Neide de Azevedo Lima, é Escritora e Colunista do Diário do Iguaçu, jornal de Chapecó SC
criar um blog com esse nome.
Acredito no poder de comunica
ção da internet. Embora tenha
consciência, de que o jornal escrito não deixará de existir nunca. Isso porque o País não oferece condições para que todos brasileiros tenham acesso à informática.
Da mesma maneira que reconheço a dificuldade das pessoas de mais idade em acessar e manipular um computador. Mas a internet é uma tentação na medida em que posso dar vida e luz para aquilo que escrevo.
Contudo, há uma justificativa para a criação desse blog, embora eu não deixe de escrever para os jornais, porque essa é a minha coqueluche, a minha paixão. Todas as pessoas gostam de fazer alguma coisa. A minha vida eu passei lendo e escrevendo por um prazer imenso. Meu cérebro inquieto busca constantemente alguma coisa para estar criando. São mais de mil crônicas e quase duas centenas de poemas que pululavam e pululam em busca de rimas, emoções sentidas ou fantasiosas que fervilhavam a minha mente, tomando corpo e exigindo alma. Esse fenômeno de poemas exigirem alma, todas as pessoas que escrevem sabem disso.
Digamos que isso também possa ser considerada uma doença hoje comum conhecida por TOC, que significa - Transtorno Obsessivo Compulsivo. Claro que esse transtorno está relacionado a atitudes comportamentais que levam às pessoas a agirem diferente das demais. Pessoas que são viciadas em comprar sapatos possivelmente sofrem desse transtorno.
Dia desses, visitei uma senhora que tem mil e duzentos pares de sapato. Sinceramente espantei-me com o relato de que ela não pode passar frente a lojas de sapato sem comprar um ou dois pares. E ela acha isso normal para a vida que leva. É cantora. O que impressiona é a compulsão, a sensação inclusive de sentir um suor frio que ela sente ao adquirir aquele sapato, mesmo que depois ela não o use. Assim como existem pessoas que se sentem sujas e só querem ficar horas tomando banho.
O grande cantor Roberto Carlos há pouco tempo assumiu que sofre essa doença porque não suporta cores escuras e só se veste de azul ou branco. Por isso eu me considero portadora dessa síndrome. Sou leitora compulsiva e escrevo compulsivamente. Não sinto o passar das horas. Não tenho horário para comer, ou dormir. O meu almoço ou jantar é na hora que o estômago grita de fome.
E na maioria das vezes, durmo com o Notebook ligado. Acordo às 4h ou 5h, escrevo crônicas, artigos para revistas, contos, poemas e nunca sei a que horas eu apaguei. Também não me incomodo com barulho, música, ou latido de cachorro. Mas amo o silêncio da madrugada. Só uma coisa me faz parar de escrever, quando ouço o cantar dos passarinhos. Sinto uma atração irresistível pelo canto mavioso dos pássaros. Os reis da madrugada cantam e minhas mãos se cruzam, fecho os olhos e faço excelente higiene mental, sugando a energia fantástica que eles emitem na natureza.
Não tenho nada de maluca, mas reconheço que dentro de mim, tenho diversos EUS. Um diferente do outro. E percebo claramente quando a mudança se dá. Tenho diversos apelidos e cognomes. E cada um desses EUS escreve de maneira diferente. Vejamos quantos eus e quantos apelidos existem na mesma pessoa. A Cigana adora correr mundo deitar Tarot, Oráculos, Runas e Cartas. A aventureira já correu o Brasil de ponta a ponta. A mulher Fulô é terrivelmente romântica e se apaixona pelas pessoas que respeita e acima de tudo admira. Se não admirar não ama, mas exigente demais, escolhe a dedo, com quem se relaciona. Escolhe os amigos, pela inteligência, pelo carisma e pela personalidade. Não se desgasta e nem se deteriora. Acabou o amor, sai fora depressa, mas de mansinho. A Flor é mais social, festeira, jantares, danças, roda de amigos, curtição de amizade real e verdadeira. For de Luxemburg, cognome usado na ditadura, mulher corajosa e guerreira, abrindo caminho a ferro e fogo, em busca da liberdade perdida única coisa pela qual se justifica morrer. Donaflor, a mãe boba e apaixonada pelos filhos e minha família, aqueles que são carne da minha carne e sangue do meu sangue e por eles eu viro bicho.
A mulher livre, autêntica, sincera e que é o somatório de todas as outras, porque em cada uma dessas mulheres estou eu fragmentada, mas por inteiro. O blog vai mostrar corpo, alma, coração, pensamento, palavras e obras de Neide de Azevedo Lima.
Neide de Azevedo Lima, é Escritora e Colunista do Diário do Iguaçu, jornal de Chapecó SC
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009
Banda Barbarella. ( Uma das melhores bandas do Sul do País
Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
O Pai Pobre.

Diz a Bíblia que há tempo para tudo. Tempo para trabalhar, tempo para brincar tempo para sorrir. E há tempo também para relembrar as coisas boas da vida. O dinheiro corria solto. Serraria apitando de hora em hora, máquinas trabalhando. Parecia trem de ferro resfolegando fui...fui... fui...piuiíííi. As toras de madeira rolando.Ouvia-se um estrondo cada vez que uma árvore caía. Mamãe dizia:- Ela chora antes de cair. Escuta o gemido da dor que ela sente quando serrada pela moto-serra. – Ahn...ahn.... Bang! Caiu.
Os caminhões entravam e saiam carregados de madeira. Carregados de porcos para os frigoríficos, carregados de bois para o matadouro. E o dinheiro entrando.
Papai gritava lá do outro lado: - Recolham o café em coco que está no terreirão porque as nuvens estão escurecendo e pode chover. Café riado perde o valor. Descarreguem os sacos de café limpo que chegou de caminhão prá pode ensacar e pesar de acordo com a encomenda. – Olha o milho chegando Ramiro. Descarrega ele, para depois tratar dos porcos. O caminhão do frigorífico está chegando. Entrega o café lá menino. Entrega o da tulha verde.
Papai olhava o terreirão cheio de ouro verde, a tulha cheia de ouro preto, o cofre cheio de ouro amarelo e sorria feliz.
Estava tudo sobre controle. Café secando, café pronto para beneficiar, café pronto para ser vendido. Ouro em pó chegando. Papai explicava para a mamãe:- Desta vez vamos embamburrar. A colheita foi muito boa vai dar para guardar dinheiro e comprar carro novo. Um carrão importado. A serraria não deu problema, o metro cúbico de árvore está subindo. Os porcos engordaram na safra de milho que foi feita no Maroto. E o preço do leite sustenta a nossa família porque o dinheiro cai todo dia e todo fim de mês. O preço do boi gordo garante a nossa vida futura e a serraria sustenta os quatro filhos internos no Colégio Cristo Rei e as meninas internas no Colégio Imaculada Conceição. O estudo dos nossos filhos, a serraria garante, principalmente agora que o Colégio Cristo Rei resolveu aumentar a construção e o colégio das meninas, as irmãs estão construindo um novo. Ali dá para eu pagar com taco, e com o madeiramento que eles vão precisar.
De dia papai e mamãe trabalhavam e á noite entre tapas e beijos, eles se amavam porque os filhos foram aumentando. Nove filhos todos vivos.
De repente a notícia fria e seca, abrupta.
A peste suína matou a porcada. A aftosa manquitolou o gado. Tudo morrendo de repente. Abriram-se valetas de cem metros de comprimento por cinco de largura. Porcos e bois foram jogados ás centenas lá no meio de óleo queimado e por cima, fogo. A fogueira ardeu dias e dias sem parar. Cheiro de carne podre e queimada no ar. Estômago embrulhado, dinheiro queimado.
Novilhas e novilhos chegando para serem queimados porque a aftosa acabou com o gado. A peste dizimou a porcada e a aftosa dos que sobraram deixou o gado manquitola.
O frio chegou. Levou a peste, trouxe a geada.
Papai não dormiu a noite inteira. Andava de lá pra cá e de cá pra lá.
Quando o dia amanheceu o sol brilhou em esplendor total. Como só o sol sabe brilhar no azul do céu. A geada queimou o cafezal inteiro.
Papai chegou á porta do meu quarto, com as duas mãos espalmadas sobre o rosto e falou: - O Cafezal queimou. Está da cor de chocolate. Papai sentou-se á beira da minha cama e chorou.
Há tempo para tudo papai, assim diz a Bíblia. Tempo de plantar, tempo de colher, tempo de rir e tempo de chorar.
Lembre-se da voz do povo. Café é como a doença tuberculose, quando o doente sabe que vai morrer, ele aguça a sua sexualidade para continuar alguém vivo no lugar dele. Lembre-se que daqui a pouco todos nós estaremos cantando outra vez a música de Carlos Paraná;
“Meu cafezal em flor, branca flor do meu cafezal!
Meu cafezal em flor, branca flor do meu cafezal!
Ai menina meu amor, branca flor do cafezal”
Crônica de Neide de Azevedo Lima, Colunista do diário do Iguaçu, Jornal de Chapeco SC.
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
Enchente em Santa Catarina
Pequena homenagem.
Domingo, 9 de Novembro de 2008
Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Obama: o novo Presidente americano


Ontem à tarde, antes de começar a cobertura ao vivo das eleições, eu fui ao supermercado renovar o estoque de cerveja. Alguns amigos iam passar por aqui e eu queria ter Abitas em quantidade suficiente. Na fila do supermercado, uma daquelas senhoras bem New Orleans, negra, sorridente, com o rosto marcado pelo tempo, me pediu um documento que comprovasse a minha idade. Feliz da vida por ter sido confundido com um garoto de menos de 21 anos, eu entreguei minha carteira de motorista e ela brincou: ah, que legal ter um aniversário no Halloween!
Nos EUA, puxar papo político-eleitoral com um estranho é bem menos comum que no Brasil. Animado pela brincadeira dela, no entanto, eu me arrisquei: Ma'm, I'm feeling pretty good about tonight. Ela retrucou: I'm just hoping and praying. Subitamente tomado pela consciência de que aquela mulher, que quando menstruou pela primeira vez não podia sequer usar os mesmos bebedouros, banheiros públicos e piscinas dos brancos, estava prestes a ajudar a eleger Barack Obama presidente da república, eu comecei a sentir o nó na garganta. Perguntei a ela: did you ever think you'd live to see the day? Não era necessário completar a frase. Ao ouvir a pergunta sobre se já imaginara viver para ver esse dia, ela sabia muito bem a que eu me referia. Respondeu: No, son, I didn't. But God is good. E eu, ateu de carteirinha, desabei a chorar nos ombros daquela senhora negra e crente de New Orleans, que trabalhava por 6 dólares a hora num supermercado na noite de 04 de novembro de 2008, a noite em que nós e Barack fizemos história.
Condensado de : O biscoito fino e a massa Leia mais
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Domingo, 2 de Novembro de 2008
Dicas de internet.

O vírus Trojan Arkid, é um poderoso destruidor do Windows, pois ele trabalha silenciosamente no sistema, e o pior é que quase nunca é detectado pelos antiSpywares, é quando é detectado, não é possível excluir. O Arovax, detecta-o, mas não o exclui do sistema.
Hà uma forma de remove-lo, não é muito simples, mas é possível. Para saber como remove-lo de seu PC, faça um comentário deixando seu email que responderemos.
Ele deixa o PC lento e com o passar do tempo começa a destruir arquivos importantes do sistema.
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